Paraná e Santa Catarina estão no centro de um dos maiores ciclos de investimento em infraestrutura elétrica das últimas décadas. Entre planos de expansão da rede de distribuição e o crescimento acelerado das usinas fotovoltaicas de solo, o setor energético do Sul do país vive um momento decisivo — e quem trabalha com estruturas para energia já sente o reflexo na demanda.
Copel e Celesc anunciam investimentos bilionários
A Copel está executando em 2026 um amplo programa de investimentos de R$ 3 bilhões em obras de geração, transmissão e distribuição de energia em todas as regiões do Paraná, conforme noticiado pelo portal SOT. O objetivo é modernizar ativos estratégicos e aumentar a confiabilidade do sistema elétrico paranaense para acompanhar o crescimento econômico do estado.
Em Santa Catarina, o movimento é parecido. O governo do estado e a Celesc anunciaram o maior investimento da história da distribuidora: R$ 4,5 bilhões até 2026 para modernizar o sistema elétrico catarinense, com novas subestações e ampliação de infraestrutura, buscando aumentar a oferta de energia e atrair novos investimentos para o estado.
Esses dois anúncios não são casos isolados. Em nível nacional, a ANEEL estima que os investimentos em distribuição de energia devem superar R$ 257 bilhões nos próximos cinco anos, reflexo direto do crescimento do consumo, da eletrificação de novos setores e da necessidade de modernizar uma malha elétrica que, em boa parte do país, tem décadas de uso.
O que isso tem a ver com as usinas solares de solo
Rede elétrica mais robusta significa mais capacidade para escoar energia — e é justamente isso que viabiliza novos projetos de geração, incluindo usinas fotovoltaicas de solo. Não por acaso, o Paraná já aparece como protagonista nesse movimento: o estado vai construir oito novas usinas fotovoltaicas em geração distribuída para compensar o consumo de prédios públicos, segundo reportagem da pv magazine Brasil.
O padrão se repete em escala menor em propriedades rurais e empresas de todo o Sul, que têm buscado usinas de solo como forma de reduzir custo de energia e ganhar previsibilidade diante da alta histórica das tarifas. É um movimento de mão dupla: quanto mais capacidade a rede de distribuição ganha, mais fácil fica conectar novos projetos de geração — e quanto mais usinas de solo entram em operação, mais a distribuidora precisa investir para escoar essa energia com qualidade. Para quem está avaliando um projeto agora, esse é um bom momento: linhas mais robustas tendem a significar processos de conexão mais rápidos e menos gargalos técnicos no futuro próximo.
Como escolher a estrutura certa para uma usina solar de solo
Com mais projetos saindo do papel, a escolha da estrutura de solo passa a pesar diretamente no resultado financeiro da usina. Alguns pontos que costumam fazer diferença na decisão:
- Tipo de solo e topografia do terreno: terrenos irregulares ou com solo mais arenoso podem exigir soluções de fundação diferentes das usadas em terrenos planos e firmes.
- Prazo de obra: estruturas com ligação parafusada, sem necessidade de fundação em concreto moldado no local, tendem a reduzir o tempo de instalação e a dependência de mão de obra especializada no canteiro.
- Escala do projeto: projetos pequenos e médios costumam se beneficiar de estruturas monoposte ou biposte, enquanto instalações maiores, como carports fotovoltaicos, pedem um dimensionamento estrutural mais robusto.
- Manutenção ao longo da vida útil: estruturas testadas e projetadas por engenharia própria reduzem o risco de retrabalho e de custos extras nos primeiros anos de operação.
Estrutura é a base de qualquer projeto — de solo ou de rede
Tanto os projetos de expansão de rede quanto as novas usinas solares de solo têm um ponto em comum: dependem de estrutura de qualidade para sair do papel com segurança e durabilidade.
Para redes de distribuição, isso significa postes de concreto dimensionados corretamente, resistentes às condições climáticas do Sul e fabricados com controle de qualidade rigoroso — motivo pelo qual a Bertolini já fornece postes de concreto para distribuidoras como Copel e Celesc.
Para usinas fotovoltaicas, a Bertolini oferece estruturas de solo para usinas fotovoltaicas nos formatos monoposte, biposte e carport, com pilares em concreto armado ou metal, projetadas por equipe de engenharia própria e submetidas a diversos ensaios antes de chegar à obra — permitindo instalação prática, com ligações por parafusos, alinhada justamente aos critérios de prazo e manutenção citados acima.
Um momento de oportunidade para o setor
Com bilhões de reais sendo investidos na rede elétrica do Sul e um número crescente de usinas de solo saindo do papel, quem atua na cadeia de energia — de distribuidoras a integradores solares e proprietários rurais — tem à frente um período de expansão real, não apenas uma projeção otimista.
Se sua empresa está avaliando um projeto de usina fotovoltaica de solo ou precisa de postes de concreto para expansão de rede, a equipe da Bertolini pode ajudar a dimensionar a estrutura certa para o seu projeto. Fale com a equipe comercial pelo WhatsApp e tire suas dúvidas.
Fontes usadas
Celesc anuncia maior investimento da história: R$ 4,5 bilhões até 2026 — FIESC


